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Prefeito Omar Najar assina carta à Doria pela reabertura do comércio de Americana

 favorável pela reativação da economia de Americana , o Prefeito Omar foi orientado juridicamente por não tomar essa decisão,  quem a fez teve que voltar atrás ou não obteve êxito na justiça.

Excelentíssimo Senhor,
Nós, Prefeitura Municipal de Americana, Acia (Associação Comercial e Industrial de Americana); Sinditec (Sindicato das Indústrias de Tecelagem, Fiação, Linhas, Tinturaria, Estamparia e beneficiamento de fios e tecidos de Americana, Nova Odessa, Santa Bárbara D’Oeste e Sumaré); AEAA (Associação dos Engenheiros Agrónomos e Arquitetos de Americana); Aescon (Associação das Empresas de Serviços Contábeis de Americana); Sincoam (Sindicato dos Contabilistas de Americana, Sumaré, Nova Odessa, Santa Barbara D’Oeste e Hortolândia); Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo); Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo); OAB – Subseção de Americana e o Sincomércio (Sindicato dos Lojistas e do Comércio Varejista de Americana, Nova Odessa e Santa Bárbara d’Oeste); manifestamos, o desejo de compormos um processo de interlocução para o debate de medidas relativas aos setores económicos diante do quadro de combate à Covid-19.

Entendemos ser a Covid-19 uma doença gravíssima e que a prevenção, no momento, é a maneira mais eficaz para conter o crescimento desenfreado de ocorrências. E evidente que a luta pela vida e pela garantia de um sistema público de saúde, capaz de atender àqueles que a ele recorrerem, exige sacrificios de todos e nos obriga a uma série de mudanças na nossa rotina.

No entanto, entendemos que há um equívoco na forma com que esta crise vem sendo tratada, sobretudo com relação ao interior de São Paulo. Tomando por base dados alarmantes na Capital Paulista, o Estado fez determinações restritivas para todos, sem que fossem levadas em conta características específicas e nem tampouco os números locais. Hoje, por exemplo, cidades com menos de 10 casos de Covid-19, sem comprometimento dos seus leitos, estão com praticamente todas as suas atividades económicas paralisadas em função da quarentena.

Americana, atualmente, dispõe de ala voltada apenas para a Covid-19 no Hospital Municipal, estrutura para hospital de campanha, e um total de 68 leitos com respiradores. Desses, um número mínimo vem sendo ocupado.

Sob risco de agravamento do desemprego, queda de receitas e danos irreparáveis para economia americanense, a cidade vem sendo submetida a regime de paralisia desproporcional a problemas que enfrenta na saúde pública. Não faz sentido esvaziar os corredores comerciais enquanto também os hospitais do município estão esvaziados. Solicitamos a vossa Excelênci que se estabeleça uma interlocução com autoridades de saúde do Estado, com vistas a encontar um meio termo que permita a retomada dos trabalhos com segurança e que garanta, ao mesmo tempo, equilíbrio financeiro e saúde pública.
Atenciosamente,

Federação das Indústrias doEstado de São Paulo

Ordem dos Advogados do Brasil – Subseção de Americana

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