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Sem técnico, Rio Branco avalia dois nomes

Apesar de fazer boa campanha na primeira fase, a derrota para o Guarulhos por 2 a 1 resultou na dispensa de Raphael Pereira.

 

Depois de cinco meses à frente do Tigre, coube a Raphael Pereira anunciar o fim do vínculo em uma postagem no Facebook, na manhã desta terça-feira. No período, ele conquistou sete vitórias, três empates e três derrotas. Entretanto, o revés para o Guarulhos por 2 a 1, na estreia da segunda fase, no último domingo, pesou na decisão.

A gente sabe que o futebol brasileiro vive de resultado”, disse o ex-técnico . “Tive uma reunião na manhã desta terça com a direção e chegamos a um acordo de que seria melhor eu me afastar, já que o resultado esperado não apareceu”, ressaltou Pereira.

Até o fechamento desta edição, o único pronunciamento oficial do Rio Branco foi uma postagem no Facebook, no fim da tarde, agradecendo o ex-técnico pelos serviços prestados e “desejando toda a sorte em sua caminhada”.

Nos bastidores do Décio Vitta, dois nomes ganham força. Um deles é Thiago Oliveira, que jogou pelo Tigre como meia atacante entre 2011 e 2012. Enquanto técnico, seu trabalho mais recente foi à frente do Patrocinense, na série D do Campeonato Brasileiro.

Oliveira disse  que ainda não foi procurado oficialmente, mas que têm “muitos amigos” entre aqueles que comandam o clube. De fato, o técnico é próximo do ex-jogador Fábio Simplício, que empresaria atletas que atuam no clube americanense.

O interesse do Rio Branco em Thiago Oliveira não é novidade. Em outubro de 2017, a diretoria chegou a se reunir três vezes com o profissional, mas as negociações fracassaram. Na época, quem assumiu foi Edson Fio.

“Tenho algumas possibilidades, mas nada concreto. Pela grandeza do clube, pela amizade que tenho com todos aí, poderia ser uma possibilidade sim”, admitiu Oliveira.

Assim como o colega de profissão, Paulinho McLaren também é outro nome cotado. Ele lamentou a saída de Raphael Pereira.

“É uma pena o Raphael ter saído porque geralmente a gente sempre procura uma estabilidade no que diz respeito a formar um conceito, uma metodologia para o clube, mas ainda se faz futebol com resultado”, disse Paulinho.

O treinador reforçou, no entanto, que está disposto a conversar com a direção do Rio Branco. Seu último trabalho foi com o Taubaté na Série A-2 do Campeonato Paulista.

“Em 2012 eu trabalhei no Capivariano, que foi o ano que nós tivemos o acesso juntos. O Rio Branco acabou sendo campeão da A-3, eu subi com Capivariano, e a gente viu a força do Rio branco, da torcida. Então sim, seria um prazer”, comentou Paulinho.

O Rio Branco tem mais dois oponentes na segunda fase do Campeonato Paulista Sub-23 Segunda Divisão: o Marília e o Joseense. Ambos os jogos serão realizados no Décio Vitta.

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